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Corrida de rua: prazer, superação e qualidade de vida

 

Corrida de rua tornou-se em termos mundiais o esporte mais popular. A maioria dos atletas amadores busca o bem-estar, qualidade de vida e fugir do sedentarismo, que a vida moderna nos proporcionou! Para fins de informação: sabe quando ocorreu a primeira corrida de rua no Brasil? Em 1912! Isto mesmo, há mais de 100 anos. Foi organizada pelo jornal O Estado de São Paulo, e chamada de “estadinho”. Contou com algumas dezenas de corredores. Atualmente, uma corrida como a Maratona de Nova York, por exemplo, conta com milhares de corredores, e arrecada até 500 milhões de dólares.

 

Mas, o que leva o praticante de corrida de rua acordar de madrugada, e depois trabalhar o dia inteiro, ou ao final da tarde esticar a sua jornada de trabalho por mais algumas horas para correr?  Em pesquisa realizada pelo Prof. Júlio César Bernardino, dentre todos os fatores o que sobressaiu foi o prazer! Isto mesmo, para quem vê o corredor gemendo e de cara feia na subida, mal pode imaginar o prazer que o cérebro sente nestes momentos.

 

O Prof. Julio César Bernardino “Garça”, praticante, instrutor e empresário, e o mais importante: apaixonado por corridas, falou ao blog das CORREDORAS sobre a pesquisa. Os dados do Prof. Garça (apelido carinhoso de seus alunos, pelo seu estilo de corrida), mostram que a porta de entrada da corrida é a busca por mais saúde, mas que com as passadas avançando o corredor vai dobrando ou triplicando a quilometragem, além do que seria necessário para a qualidade de vida (Prof. Garça estima que 5 ou 6 km diários ou a cada dois dias, seriam suficientes para o objetivo de saúde).  Afirma que “(…). A boa saúde simplesmente pode ser facilmente adquirida sem maiores transtornos na vida da pessoa.” Ou seja, é o prazer de correr que mantém o corredor nas ruas.

 

Outro ponto importante da pesquisa demonstra que os corredores que participam de programa orientado por profissionais de Educação Física têm menor probabilidade de desenvolverem lesões pelo esporte em questão.  Poderia parecer que o Prof. Garça estaria advogando em causa própria! Mas, os dados da pesquisa confirmam esta afirmação: cerca de 60% de homens, e 40% das mulheres, orientados por Educadores Físicos nos últimos anos, não sofreram lesões com a corrida de rua!

 

Resultado da pesquisa:

 

Por fim, a pesquisa revela que a ansiedade dos corredores novatos de sair do treino de esteira, etapa de preparação para rua, é causador de muitas lesões por conta do volume, intensidade e impacto do treino de rua.

 

Nas palavras do Prof. Garça: “Correr não se limita simplesmente ao movimento de pernas, joelhos, tornozelos, articulações e músculos envolvidos ao longo do percurso. (…) há o aumento de endorfina que estimula o sistema nervoso central, gerando uma sensação de prazer e inibindo a dor, e aumenta mais ainda a vontade de correr.”

 

 

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